04 · Saúde da mulher

Saúde pélvica —
sem tabu.

Incontinência, dor na relação, dores pélvicas, pré e pós-parto, disfunções uroginecológicas. A fisioterapia pélvica trata o que muitas mulheres carregam em silêncio — com escuta, técnica e privacidade total.

  • Avaliação completa e respeitosa da musculatura pélvica
  • Biofeedback e eletroestimulação quando indicados
  • Cinesioterapia perineal e terapia manual interna
  • Acompanhamento da gestação, parto e puerpério
Sessão de fisioterapia pélvica
Atendimento Privado
e respeitoso
1 em 3
Mulheres convivem com incontinência urinária
70%
Casos respondem ao tratamento conservador
Todas idades
Da adolescência ao climatério
Sigilo
Privacidade total e ambiente seguro
O que é

Você não precisa conviver com isso.

O assoalho pélvico é um conjunto de músculos, ligamentos e fáscias que sustenta bexiga, útero e intestino. Quando enfraquecido ou desequilibrado, gera incontinências, dores, sensação de peso e impacto direto na vida sexual e na autoestima.

A boa notícia: na maioria dos casos, não precisa de cirurgia nem de medicamento contínuo. Fisioterapia pélvica especializada resolve, com técnica e tempo, o que muitas mulheres aprenderam a aceitar.

Mito × Realidade
Perder urina ao rir ou espirrar
Mito É normal depois de ter filhos ou com a idade Realidade É comum, mas não é normal — e tem tratamento
Como se resolve
Mito Só cirurgia ou absorvente dão conta Realidade Cerca de 70% respondem ao tratamento conservador
Exercício certo
Mito Basta "apertar" / fazer Kegel o dia todo Realidade Depende do seu padrão — às vezes é preciso relaxar, não contrair
Sinais e sintomas

Como o seu corpo avisa.

Perda de urina

Ao tossir, espirrar, rir, correr ou pular — ou urgência repentina que não dá tempo de chegar ao banheiro.

Dor na relação sexual

Dispareunia — desconforto, ardência ou dor durante ou após a relação. Tem causa e tem solução.

Sensação de peso vaginal

"Bola caindo", "peso", "saliência" — sinais comuns de prolapso de órgãos pélvicos.

Constipação ou urgência fecal

Disfunções intestinais ligadas ao assoalho pélvico — desde dificuldade para evacuar até perdas involuntárias.

Dor pélvica crônica

Dor persistente na região inferior do abdome, períneo ou lombar — frequentemente relacionada a tensão muscular pélvica.

Gestação e pós-parto

Preparação para o parto, recuperação do períneo, diástase abdominal, dor lombar e retorno ao corpo.

Como tratamos

Abordagem completa e respeitosa.

Da avaliação inicial às técnicas avançadas — sempre com seu ritmo, seu consentimento e seu conforto como centro.

  1. 01

    Avaliação funcional do assoalho pélvico

    Anamnese cuidadosa, avaliação postural e — sempre com consentimento — avaliação muscular específica para mapear força, resistência e coordenação.

  2. 02

    Cinesioterapia perineal

    Muito além do "Kegel": exercícios específicos para o seu padrão (hipoatividade, hiperatividade ou incoordenação), com progressão técnica.

  3. 03

    Biofeedback e eletroestimulação

    Quando indicados, recursos que aceleram o aprendizado motor, dão feedback visual da contração correta e fortalecem fibras de difícil acesso voluntário.

  4. 04

    Terapia manual e educação em saúde

    Liberação miofascial, manejo de pontos-gatilho e principalmente educação sobre seu corpo — para que o cuidado continue para além das sessões.

Perder urina ao rir, sentir dor na relação, não confiar no próprio corpo — nada disso é "normal da idade" ou "coisa de quem teve filho". É tratável.
Dra. Ednéia Tenório · CREFITO 64001
Perguntas frequentes

Sobre o linfedema.

A avaliação interna (toque) é o padrão-ouro técnico, mas só é feita com seu consentimento explícito e com toda a privacidade — em sala fechada, com lençol e ambiente preparado. Você decide o ritmo de cada etapa, e existem alternativas externas quando preferível.

Sim — e é altamente recomendado. Trabalhamos preparação do períneo para o parto, prevenção de incontinência, manejo da dor lombar e pélvica, e exercícios seguros para cada trimestre.

Sim. A fisioterapia é fundamental no pós-cirúrgico (correção de prolapso, sling, histerectomia) — acelera a recuperação, reduz dor, previne recidiva e melhora o resultado funcional a longo prazo.

Para incontinência, a maioria das pacientes nota melhora significativa em 8 a 12 semanas. Para dor pélvica e dispareunia, depende da causa — mas os primeiros ganhos costumam vir nas primeiras semanas.

Comece hoje

O seu corpo merece esse cuidado.

Você pode conversar com a gente em sigilo total. Sem julgamento, sem pressa — apenas escuta e técnica.

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